quarta-feira, 24 de abril de 2013

Quando você precisa começar a usar cremes antienvelhecimento?



A indústria da beleza está saturada com cremes antienvelhecimento. Para aqueles que procuram reduzir a aparência das rugas, pode ser difícil fazer uma seleção quando confrontado com prateleiras repletas de soros, loções e hidratantes. Se você está entre os 20 ou 30 anos, pode estar se perguntando se é necessário começar a usar esses produtos, mesmo se as rugas não começaram a aparecer em seu rosto.
De acordo com a StyleList, não há nenhuma regra para quando as mulheres devem começar a usar produtos antienvelhecimento. Cada uma experimenta o processo de envelhecimento de forma diferente e as escolhas de estilo de vida certas podem ter um grande impacto sobre a formação de linhas faciais, tanto positivas quanto negativas. 
Por exemplo, jovens que fumam podem perceber, mais cedo do que outros, linhas ao redor da boca, enquanto que os que mantém uma alimentação saudável são capazes de afastar os sinais de envelhecimento durante anos.
No entanto, os estudos mostram que é sempre melhor tomar medidas preventivas, o que significa que o uso de produtos antienvelhecimento pode ser benéfico, mesmo se você não notar qualquer sinal de envelhecimento em seu rosto. 

Fonte: ASAPS

quarta-feira, 6 de março de 2013

Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica lança Campanha de Segurança do Paciente





Com o mote Cirurgia plástica é com cirurgião plástico, entidade alerta pacientes sobre o risco de se realizar esse tipo de procedimento com um profissional sem qualificação adequada. 

Para se compreender a importância da escolha de seu cirurgião, somente no Conselho Regional de Medicina de São Paulo, 95% dos processos com reclamações de cirurgias plásticas mal sucedidas, foram realizados por médicos que não são especialistas na área.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

5 razões para não misturar cirurgias e álcool



Aqui estão cinco razões pelas quais você não deve misturar álcool e cirurgia plástica.
1. Aumento do inchaço
Depois de se submeter a uma cirurgia, você quer que o seu corpo fique do tamanho desejado o mais rápido possível. No entanto, o consumo de álcool alarga os vasos sanguíneos, provocando o inchaço. Pacientes que fizeram uma rinoplastia devem ter cuidado redobrado, pois o nariz é especialmente suscetível ao inchaço.
2. Sangramento
Todas as cirurgias invasivas requerem um período de recuperação, e apenas o álcool tende a impedir esse processo. Com o sangue diluído, os pacientes que ingerem bebida alcoólica no pós-operatório correm mais risco de ter um sangramento e uma recuperação prolongada.
3. Suscetibilidade à dor
Pacientes que ingerem álcool frequentemente podem achar que medicamentos para a dor não funcionam tão bem ou não têm efeito duradouro.
4. Bebida alcoólica pode fazer com que medicamentos tornem-se perigosos
Além do álcool entorpecer os efeitos de uma medicação, cirurgiões advertem que a bebida pode interagir com a dor e outras medicações, tornando-as prejudiciais e até mesmo perigosas para o organismo. Priorize a prescrição médica ao invés da bebida.
5. Desidratação da pele
Quando consumidos bebida em excesso, o álcool faz com que urinemos mais, que por sua vez leva à desidratação e pele seca.
Para melhores resultados, muitos médicos recomendam a abstenção de álcool nas duas semanas antecedentes e posteriores a uma cirurgia, embora este prazo possa variar de acordo com o procedimento.
Fonte: RealSelf.com

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

07 de dezembro - Dia do Cirurgião Plástico



Parabéns Dr Davi Machado, que dentre aqueles que exercem a medicina, também tem a missão de promover o belo, restituir a alegria às pessoas e trazer seu bem-estar.



terça-feira, 20 de novembro de 2012

Brasil possui cerca de 1 cirurgião plástico para cada 45 mil habitantes, segundo levantamento da SBCP

Mesmo com número alto de médicos especializados, brasileiros ainda realizam procedimentos cirúrgicos com profissionais sem título de especialista; 95% dos processos que tramitam no CRM-SP ocorrem em função desta escolha.

De acordo com levantamento realizado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), o Brasil possui cerca de um cirurgião plástico para cada 44 mil habitantes. Número considerado elevado se comparado aos Estados Unidos, em que se tem um especialista para cada 50 mil.
No entanto, segundo Dr. Denis Calanzas, secretário geral da SBCP e mentor da pesquisa, não é aconselhável a comparação entre os países, utilizando a razão médico/habitante, pois é preciso levar em consideração outros fatores importantes. “É preciso levar em conta a diferença numérica entre as próprias capitais brasileiras e como a especialidade está sendo vista e ocupando seu espaço na sociedade,”, explica o médico.
Das 26 capitais pesquisadas, apenas seis possuem número considerado muito inferior a média (confira tabela), sendo cinco delas localizadas na região norte do país.  São Paulo foi a capital brasileira com maior número de cirurgiões por habitante, 12.508, com um número total de 899 médicos especializados em plástica.
Apesar da grande oferta de especialistas de cirurgia plástica na capital paulistana, somente no Conselho Regional de Medicina de São Paulo, 95% dos processos com reclamações de cirurgias plásticas mal sucedidas, não foram realizados por médicos especialistas reconhecidos pela SBCP.
Os médicos que compõem a Sociedade têm em seu currículo uma formação de cerca de 11  anos, que somam a Faculdade de medicina (6 anos), residência em Cirurgia Geral (2 anos), e residência em cirurgia plástica (3 anos). Além disso, para obter o título de especialista, é preciso aprovação em uma prova oficial aplicada pela associação da especialidade.
O Brasil é o segundo país no mundo onde é realizado o maior número de cirurgias plásticas, com 1.592.106 procedimentos por ano, ficando atrás somente dos Estados Unidos, com 1.620.855. Pensando nisso, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) faz um alerta sobre a importância da escolha de um profissional especializado para evitar erros durante o procedimento.
“Alguns médicos usam o termo especialista em medicina estética, uma especialidade que não existe e é não reconhecida, para ludibriar seus pacientes”, explica o Presidente da Sociedade brasileira de Cirurgia Plástica, Dr. José Horácio Aboudib Jr. De acordo com ele, não há reconhecimento do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Médica Brasileira (AMB) para esse segmento da medicina.
De acordo o Presidente da Sociedade, o primeiro passo é ficar atento se o cirurgião é especialista em cirurgia plástica e se tem o título em sua especialidade.
“É muito importante que os pacientes não se deixem enganar por profissionais que se intitulam especialistas em medicina estética, profissionais que fazem isso estão cometendo uma infração ética grave”, explica o Presidente.

Fonte: SBCP