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sexta-feira, 29 de julho de 2011

8 passos para cuidar da sua pele no banho


Que delícia, nesse friozinho, ficar embaixo daquela água quentinha... Opa, alto lá! Atenção ao tempo e à temperatura. O banho que você toma uma ou duas vezes por dia pode se tornar inimigo da sua beleza, dependendo de como você pratica o ritual. Veja como fazer tudo certo daqui para a frente.

1. Controle a temperatura

Durante os meses mais frios, a umidade do ar diminui, fragilizando a barreira de proteção formada por água e óleo. O banho muito quente remove essa camada lipoproteica que tem a função de evitar danos à pele, como o ressecamento.
Então, já sabe: nada de fumacinha no banheiro! Tome um banho morno, com temperatura entre 21 e 25 graus, que além de fazer bem para a beleza ainda tem efeito calmante e é recomendado para combater insônia e ansiedade.

2. Alterne duchas fria e quente

Chuveirada fria, forte e rápida acelera a circulação. Se for intercalada com água quente (mas não muito), você lucra ainda mais: melhora a circulação, tonifica a pele e ganha muita energia. Faça isso por poucos segundos e, se conseguir, termine com um banho frio para garantir o pique total.

3. Pingue gotinhas de óleos essenciais
Eles possuem o conteúdo aromático de plantas e ervas e deixam a pele aveludada. Camomila, cedro, violeta, lavanda, rosa e manjerona têm efeito relaxante; já baunilha, manjericão, laranja, patchuli e lima são perfeitos para desestressar; alecrim, bergamota, eucalipto, gengibre, menta e pimenta negra funcionam como estimulantes; por fim, sândalo, jasmim, rosa e ilangue-ilangue têm poderes afrodisíacos. Antes de despejá-los na banheira, dilua-os em óleos carreadores (aqueles que servem de veículo para transportar os óleos essenciais), como gérmen de trigo, jojoba ou semente de uva.

4. Escolha melhor o sabonete
Os líquidos são menos nocivos do ponto de vista cosmético tanto para rosto quanto para corpo, pois aceitam grandes concentrações de substâncias oleosas que agem como poderosos hidratantes, permanecendo na pele mesmo após a lavagem. Além disso, eles podem ser formulados com pH mais próximo do fisiológico, ou seja, ao redor de 5,5.
Os sabonetes em barra, exceção para os que trazem ativos hidratantes, tendem a apresentar pH elevado e substâncias cáusticas em maior concentração, eliminando muito do sebo natural e ressecando. Para a área genital os experts recomendam sabonete íntimo, que preserva o pH vaginal.

5. Só use sabão onde de fato precisa

Para não piorar a falta de água na pele, vale passar sabonete só nos locais que necessitam de uma assepsia caprichada: genitais, axilas e pés. Caso não resista a usar o sabonete em toda a superfície, escolha um que traga ingredientes hidratantes.

6. Tome um banho rápido
Ficar horas embaixo da água ou mergulhada na banheira não é bom para a sua beleza. Nessa época, o banho deve ser bem ligeirinho - de cinco a sete minutos. Assim, você mantém o manto hidrolipídico da pele e, no cabelo, evita que a cutícula fique aberta e sujeita a ressecamento e frizz. A retirada dessa capa desencadeia problemas cutâneos, como alergias e eczemas, que causam vermelhidão, descamação e coceira.

7. Nada de esfregar a superfície
Esqueça esponjas ásperas. O esfrega-esfrega altera as condições físicas da superfície da pele e a torna irregular, pois quebra as ligações entre as células. Se as células estão todas unidas, funcionam como uma barreira física para reduzir a perda de água. A esfoliação, com bucha vegetal ou cosmético apropriado, é importante para a suavidade da pele, mas faça no máximo uma vez por semana.

8. Termine com óleo de banho
Para peles secas e normais, são indicados os óleos de abacate e castanha-do-pará. Já as oleosas devem priorizar os óleos de semente de uva ou amêndoas doces. Ao fim do banho, besunte o corpo molhado com o cosmético, enxágue e remova o excesso com uma toalha seca.

Você pode ganhar uma pele de seda, além de limpa e cheirosa, no chuveiro! Siga os oito passos práticos e transforme esse momento num verdadeiro spa.


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Fonte: mdemulher
 

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A Evolução da Prótese


Para realizar o sonho de possuir seios maiores, modelados, rígidos e bonitos muitas mulheres se submetem a colocação de implantes de silicone. Assim, é interessante saber que esses implantes tão procurados passaram por muitas mudanças ao longo dos anos. Confira a evolução das próteses de silicone:

1ª GERAÇÃO
Na década de 60, surgiram as primeiras próteses para aumento de mama. Eram feitas de silicone líquido e de um material sintético, Dacron, presente na cápsula da prótese, em uma camada mais externa. Todas eram redondas, mais duras e consistentes.

2ª GERAÇÃO
As próteses foram introduzidas em larga escala no mercado e amplamente utilizadas nos Estados Unidos, nas decadas de 70 e 80. Ao invés da cápsula de Dacron, passou-se a utilizar a de silicone. As próteses ficaram mais macias e surgiu o formato anatômico (gota). Como o silicone interno era líquido, aparecem as primeiras complicações, como rompimento do silicone após dez anos de uso. O governo dos Estados Unidos, então proibiu o uso da prótese de silicone no final da década de 80.

3ª GERAÇÃO
A cápsula e a consistência interno foram alteradas totalmente na decada de 90. A cápsula passou a apresentar mais camadas, com menor risco de rompimento, e o silicone ficou menos líquido e com consistência mais gelatinosa. Começou nessa fase, o desenvolvimento de novos formatos, como o anatômico de alturas diferentes (alto e baixo).

4ª GERAÇÃO
No final da década de 90 até 2004, as próteses começaram a ter ainda camadas na cápsula, com risco mínimo de rompimento. Também começou a ser fabricado o silicone coesivo, semelhante a uma gelatina.
Surgiram novos formatos anatômicos e o conceito de uma abordagem mais individual na escolha da prótese. Ou seja, passam a ser levados em conta caracteristicas anatômicas da paciente, como a largura, a altura e a projeção para cada tipo de tórax, pele e formato de mama.

5ª GERAÇÃO
Mudanças significativas foram realizadas na camada externa das próteses a partir de 2005. Foi desenvolvidoum tipo especial de revestimento texturizado, que funciona como um "velcro" e promove maior aderência da prótese nos tecidos internos (glândula, gordura e músculo). Assim, evitase o deslocamento da prótese e inibe-se o seu endurecimento. O silicone interno é mais coesivo e existe uma camada intermediária no revestimento da prótese que evita vazamentos.


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segunda-feira, 14 de março de 2011

Como está sua Autoestima?

Autoestima é a opinião e o sentimento que cada pessoa tem por si mesma; é a capacidade de respeitar, acreditar e amar a si mesma. A autoestima é um trabalho diário e exige dedicação na mesma proporção que se dá aos filhos, ao companheiro, ao conhecimento, à carreira, à saúde e à beleza.
Para manter a autoestima, faça a si mesma o que você faz aos outros: incentivar, admirar, elogiar, desejar o melhor, tratar bem, com carinho e atenção. Ao se proteger, você preserva sua dignidade, não permitindo abusos. Se alguém te “atacar”, terá forças para reverter o problema a tempo, pois quem tem autoestima reconhece sua capacidade e confia nela.
A autoestima elevada é a condição vivida por pessoas que são elogiadas, apoiadas, autoconfiantes, que têm amor próprio, não vivem em conflito e não são ansiosas e inseguras. A baixa autoestima é o sentimento que se manifesta em pessoas inseguras, criticadas, indecisas, depressivas e que buscam sempre agradar outras pessoas.

Baixa Autoestima

A baixa autoestima revela uma pessoa que não expressa os seus sentimentos, que os guarda a sete chaves. Na tentativa de ocultar os seus sentimentos para os outros, ela acaba tornando-se mentirosa para si mesma.

Quais são as características mais comuns dessas pessoas?

  • Possuem tendências perfeccionistas e precisam se sentir no controle de tudo o que acontece a sua volta — o que provoca altos níveis de stress.
  •  Tendem a ser negativas.
  • Preocupam-se demais com o que os outros vão pensar dela.
  • Geralmente estão acima do peso normal.
  • Culpam os outros pelos seus problemas.
  • Têm pouca concentração e geralmente são causadores de problemas.
  • Não pensam em si, somente nos outros.
  • Evitam emitir suas opiniões, gostos, valores, pensamentos e sentimentos.
Perde-se a autoestima quando se passa por muitas decepções, frustrações; ou em situações de perda, ou quando não se é reconhecido por nada. Também quando não somos valorizados ou nunca recebemos elogios.

Mas o que fazer para não perder a autoestima?

O que nos abala na realidade não é a falta de reconhecimento por parte de alguém, mas principalmente a falta de reconhecimento por nós mesmos! Na realidade, o que vale é a sua opinião sobre si mesma! Deste modo, sua autoestima é determinada por você mesma: por isso, pare de culpar seus pais, parentes, amigos ou colegas pela deterioração da sua auto- imagem. Quem tem que se preocupar com ela é você, não os outros; não permita que eles a contaminem.
Ame-se, preocupe-se com você, construa seu amor próprio e seja verdadeira com si mesma. Aceite seus defeitos, seja otimista; cuide do seu corpo, saúde, cabelos — cuide da sua beleza e encare a vida de cabeça erguida. Lembre-se: a sua vida é para você.

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Fonte: http://belezaesaude.dae.com.br/

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

EVITE O EFEITO SANFONA

   Você finalmente venceu a batalha contra a balança e ficou com um corpo invejável, recebendo muitos elogios. Meses depois, porém, voltou a engordar e viu todo o sacrifício jogado fora. Pois é, foi mais uma vítima do chamado efeito sanfona, que ataca milhares de pessoas que conquistam o emagrecimento, mas depois de algum tempo voltam a engordar e desanimam...
- A queima de calorias deve ser maior do que o consumo delas.

- Mantenha o equilíbrio entre atividade física, exercício físico e dieta. Se você parar de se exercitar, além de ganhar peso, perderá saúde.
- Não é porque você emagreceu que pode abusar nos finais de semana. Use a lei da compensação: comeu mais em um dia, coma menos e malhe mais em outro.
- Evitar vícios como álcool e fumo.
- Ter sono regular e momentos agradáveis de lazer contribui muito para alcançar sucesso em qualquer plano de perda ou manutenção de peso.
- Atenha-se à matemática do equilíbrio entre a ingestão e o gasto de calorias.

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Fonte: Site Bonde